Finalmente dei meu cu pro chefe do meu marido
Risos
Meu fetiche sempre foi homem maduro casado. Não sei explicar, mas quando vejo um coroa daqueles, já fico molhada só de imaginar. Meu nome é Juliana, tenho 24 anos, morena, bundinha empinada e peitinhos que chamam atenção. Casei com o Diego tem 1 ano e pouco. Ele é legal, mas na cama é um saco. Rápido, sem graça.
O chefe dele, Seu Paulo, é o oposto. 54 anos, casado há 30, barriguinha, cabelo grisalho e uma voz grossa que me deixa louca. Toda vez que ele vinha em casa buscar uns documentos do Diego, eu via o jeito que ele olhava pra minha bunda. Eu fingia que não via, mas já começava o joguinho.
Uma sexta o Diego viajou pro interior a trabalho e ia ficar o fim de semana todo. Tava eu sozinha em casa vendo Netflix de shortinho curto quando a campainha tocou. Era o Seu Paulo.
— Juliana, o Diego deixou uns papéis aqui comigo. Vim trazer.
Eu já sabia que era mentira. O Diego nem tinha falado nada. Mas deixei ele entrar. Ofereci uma cerveja. Duas cervejas depois a gente tava no sofá conversando besteira. Ele elogiando meu corpo, dizendo que eu era a mulher mais gostosa que ele já tinha visto. Que sonhava comigo toda noite.
Quando ele colocou a mão na minha coxa eu não tirei. Quando ele me beijou eu abri a boca e deixei. Aff... o homem beijava bem demais!
A gente nem foi pro quarto. Ele me pegou ali mesmo no sofá, tirou meu shortinho e começou a me chupar. Nossa! Que língua habilidosa! Chupou minha bucetinha e meu cuzinho com calma, me fazendo gozar duas vezes seguidas. Eu tava tremendo.
Depois eu ajoelhei e chupei aquele pau dele. Grosso, veioso, com cheiro de homem maduro. Ele gemia meu nome e segurava minha cabeça.
— Quero te comer todinha hoje, Juliana...
Ele me virou de quatro no sofá, colocou camisinha e meteu na buceta primeiro. Tava gostoso, mas eu já tava pensando no cu. Ele percebeu que eu tava rebolando diferente.
— Já fez anal, safada?
— Não... nunca...
Ele parou, sorriu e falou baixinho:
— Então hoje você vai dar esse cuzinho virgem pro seu chefe...
Aff... só de ouvir já fiquei molhada de novo. Ele pegou um lubrificante que tinha na carteira (o safado já veio preparado) e passou bastante no meu cuzinho. Começou enfiando um dedo, depois dois, abrindo devagar. Eu gemia feito uma cadela no cio.
Quando senti a cabeça grossa do pau dele encostando na entrada eu gelei.
— Relaxa, filhinha... vai doer só no começo.
Ele empurrou devagar. Uiuiui! Entrou a cabecinha e eu gritei. Doeu pra caralho! Pedi pra tirar, falei que não queria mais. Ele parou, ficou ali só com a ponta dentro, me acariciando as costas e falando baixinho:
— Só um pouquinho, amor... relaxa o cuzinho... você vai gostar.
Aos poucos a dor foi passando e virou um prazer estranho, cheio, quente. Eu comecei a rebolar devagar. Ele entendeu o recado e meteu mais fundo. Centímetro por centímetro até as bolas dele encostarem na minha buceta.
— Caralho... que cu apertado! Tá me espremendo inteiro, Juliana!
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Eu enfiei a mão na buceta e fiquei siriricando o clitóris enquanto ele socava meu cuzinho. O prazer era tão forte que eu gozei gritando, o cuzinho piscando forte em volta do pau dele.
Ele não aguentou. Grunhiu feito um animal e gozou dentro da camisinha, bem fundo, pulsando um monte.
Quando ele tirou, meu cuzinho ficou latejando, meio aberto, com uma ardência gostosa. Eu me senti tão safada, tão puta... Dei o cu pro chefe do meu próprio marido e adorei!
Ele me beijou, limpou tudo e falou:
— Isso fica só entre nós, né?
Eu sorri e respondi:
— Pode vir sempre que o Diego viajar... meu cuzinho agora é seu.
Aff... viciei. Quero mais.
Juliana
São Paulo, 02 de maio de 2026.
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